Nem na terra, nem no céu, assim é este fado,
Somos cães vadios procurando onde repousar
E as frações de metades deixadas aos bocados,
Respirando ofegante, por momentos num instante,
Implodindo neste peito sendo a doença incurável,
Esta terna esperança insana deste poeta vagrante,
Esquina para o sonho e tudo o que puder ser encontrado,
Apesar de ser o rasto que deixo atrás, somente poeira,
Independentemente que seja segunda ou sexta-feira,
Nada importa mais, sou para o amanhã estrado.