Os olhos cerrados beijados no rosto, a eterna magia,
Ousadia é pertença para estas mãos esticadas,
E esta partilha é estrela sozinha, a esbelta melodia,
Pois procuramos a singela voz, eterna e perfeita,
Porém só escutamos o sussurro sob a persiana
De quem é quem que fica longe do que foi a colheita,
Pois beijei-a sem amanhã, fui o melhor de mim
E sempre os verões a fugirem dentre os dedos,
Chorando nos seus braços abertos por fim,
Só assim serei sempre caminho até um dia morrer.