E vai deambulando pelos dias
Sob o céu aberto sente-se preso
É vê-lo em mil e uma correrias,
Ouçam o covarde de porta aberta,
Perde-se a hora, perde-se o sentido
Que quando o mundo passa tal oferta
Quase não há restos de bela magia
E até sítios onde se podia encontrar
Quase não se ouve o mundo a passar
Na loucura que é o mundano dia a dia.