As pontes que ruíram foram momentos no passado;
Tenho bebido da minha sede, escasseando a fonte,
Preciso de penas para voar e passar este bocado,
Procurando identidade nas pegadas do viajante,
Sem ninguém a escutar, sem poder, finalmente, regressar;
Podendo ir e chegar, sorrirei com a possibilidade anelante,
Correndo e parando, passeando até, por fim, retornar,
Pois há um sítio de onde todos somos provenientes;
A matéria estelar é base para o ser, enfim, inteiro;
E, parcela a parcela, adiante iremos, mesmo quando penitentes,
Lembra-te do teu legado, do pedaço do firmamento que te pertence
E ao qual pertencemos infinitum, do último ao primeiro;
Ouve-me, irmão: não há juízo sem qualquer sentença.
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